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São Paulo,04/04/2026

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Oposição classifica desfile de Lula no Rio de Janeiro como 'grave ilícito e abuso de poder'


Oposição classifica desfile de Lula no Rio de Janeiro como 'grave ilícito e abuso de poder'

A homenagem da Acadêmicos de Niterói ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Marquês de Sapucaí provocou reação em bloco de lideranças da oposição, que classificaram o desfile como “propaganda do regime”, “crime”, “grave ilícito eleitoral” e “deprimente espetáculo de abuso do poder”.


O Partido Novo anunciou que vai acionar a Justiça Eleitoral para pedir a inelegibilidade de Lula. Em publicação no X, a legenda afirmou que o desfile foi “uma peça de propaganda do regime Lula” financiada com dinheiro público. O presidente do partido, Eduardo Ribeiro, declarou que, assim que Lula registrar candidatura, a sigla entrará com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) pedindo cassação do registro e inelegibilidade. “A lei deve ser igual para todos”, escreveu.


“Campanha antecipada” e “crime”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o desfile foi “um crime” e acusou Lula de usar dinheiro público “para fazer campanha antecipada pra ele mesmo”.


“Lula esfola o povo com aumento de impostos e usa esse mesmo dinheiro arrecadado para fazer campanha antecipada pra ele mesmo. Sim, o dinheiro do suor do povo trabalhador brasileiro […] está sendo torrado num desfile de carnaval”, escreveu. O senador também comparou o episódio à condenação de Jair Bolsonaro no TSE, dizendo que o ex-presidente foi tornado inelegível “por uma reunião com embaixadores e por discursar num carro de som que não custou um centavo de dinheiro público”.


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou vídeo de uma alegoria que retratava Bolsonaro como palhaço com tornozeleira eletrônica e escreveu: “Quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é registro judicial e não opinião”.



“Grave ilícito” e “abuso do poder”

O líder do PL no Senado, Carlos Portinho, afirmou que houve “grave ilícito eleitoral” e “propaganda antecipada com dinheiro do pagador de impostos”. “Quando a cultura se mistura com a política, perde a cultura”, escreveu, acrescentando que a “interferência nas eleições, agora a de 2026, já começou”.


O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) classificou o desfile como “um deprimente espetáculo de abuso do poder”. Em publicação no X, afirmou que houve enaltecimento de Lula “sem escândalos de corrupção” e ataques a adversários, dizendo que “a Coreia do Norte não faria melhor”.


O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) escreveu que, se o desfile tivesse ocorrido em 2022, Bolsonaro estaria preso, com “busca e apreensão no PL, apreensão no barracão da escola” e “inelegibilidade vitalícia”.





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