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São Paulo,01/04/2026

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Com apoio do STF, governistas enterram CPMI do INSS e livram Lulinha


Com apoio do STF, governistas enterram CPMI do INSS e livram Lulinha

A base governista na CPMI do INSS rejeitou, em 28 de março de 2026, o relatório do deputado Alfredo Gaspar que pedia o indiciamento e a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A votação, finalizada em 19 votos a 12, enterrou o relatório que acusava Lulinha de receber vantagens indevidas de um esquema de fraudes no INSS. 


Principais pontos sobre o caso:

O Relatório Rejeitado:

O documento de 4 mil páginas, elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar, apontava que Lulinha teria recebido repasses financeiros de Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", através da empresária Roberta Luchsinger. O relatório pedia sua prisão por suspeita de evasão após viagem à Espanha.


Articulação Governamental:

Aliados do governo Lula agiram para rejeitar o relatório, argumentando que o pedido de prisão visava manchar a imagem do governo.


Contexto da Investigação:

A CPMI apurava desvios de cerca de R$ 6,3 bilhões de aposentados (2019-2024), envolvendo fraudes no INSS.


Desfecho:

Com a rejeição do relatório, o depoimento e indiciamento de Lulinha não foram aprovados pela comissão. 


O relatório completo, contudo, indicava que Lulinha faria parte de uma rede de empresas de fachada usadas para lavagem de dinheiro, com envolvimento de operadores financeiros de alto nível. Após a votação, o relatório final da CPMI não foi aprovado. 





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