Com apoio do STF, governistas enterram CPMI do INSS e livram Lulinha
A base governista na CPMI do INSS rejeitou, em 28 de março de 2026, o relatório do deputado Alfredo Gaspar que pedia o indiciamento e a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A votação, finalizada em 19 votos a 12, enterrou o relatório que acusava Lulinha de receber vantagens indevidas de um esquema de fraudes no INSS.
Principais pontos sobre o caso:
O Relatório Rejeitado:
O documento de 4 mil páginas, elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar, apontava que Lulinha teria recebido repasses financeiros de Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", através da empresária Roberta Luchsinger. O relatório pedia sua prisão por suspeita de evasão após viagem à Espanha.
Articulação Governamental:
Aliados do governo Lula agiram para rejeitar o relatório, argumentando que o pedido de prisão visava manchar a imagem do governo.
Contexto da Investigação:
A CPMI apurava desvios de cerca de R$ 6,3 bilhões de aposentados (2019-2024), envolvendo fraudes no INSS.
Desfecho:
Com a rejeição do relatório, o depoimento e indiciamento de Lulinha não foram aprovados pela comissão.
O relatório completo, contudo, indicava que Lulinha faria parte de uma rede de empresas de fachada usadas para lavagem de dinheiro, com envolvimento de operadores financeiros de alto nível. Após a votação, o relatório final da CPMI não foi aprovado.







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