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São Paulo,23/04/2026

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STJ concede habeas corpus, e MC Poze do Rodo e MC Ryan SP são soltos


STJ concede habeas corpus, e MC Poze do Rodo e MC Ryan SP são soltos MC Poze, Ryan SP e Chrys Dias (Reprodução / Instagram)

MC Poze do Rodo, MC Ryan SP e outros envolvidos na Operação Narco Fluxo foram soltos nesta quinta-feira (23/04), após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Eles haviam sido presos em 15 de abril sob suspeita de integrar um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, mas a defesa dos suspeitos alegou ilegalidade no prazo da prisão temporária.


A chave para a soltura foi uma falha técnica apontada pela defesa, encabeçada pelo advogado Felipe Cassimiro. Ao analisar o caso, o ministro Messod Azulay Neto, relator da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), deu razão ao jurista e reconheceu uma “flagrante ilegalidade” no tempo da detenção.


A Justiça havia determinado a prisão temporária do grupo por 30 dias, contrariando a própria representação da Polícia Federal, que limitava o pedido a apenas cinco dias. No documento emitido na manhã desta quinta-feira, o magistrado foi categórico ao corrigir a medida extrema, restringindo a reclusão ao período original exigido pelas autoridades policiais.


Veja o vídeo do caso:

https://encrypted-vtbn2.gstatic.com/video?q=tbn:ANd9GcS6VfwcdUxufw2cNm23AgcpXDRnjqL0BZKLiG-RQUdVMnrtcgl6


Análise do Caso
  • O Motivo da Prisão: A Operação Narco Fluxo, da Polícia Federal, investiga lavagem de dinheiro com movimentação superior a R$ 1,6 bilhão, envolvendo bets ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas.
  • Os Envolvidos: Além de Poze e Ryan, Raphael Sousa Oliveira, criador da página "Choquei", também foi detido.
  • A Soltura: O ministro Messod Azulay Neto do STJ acatou o pedido de habeas corpus das defesas, apontando falha técnica técnica na extensão do prazo da prisão temporária.
  • Desdobramentos: Apesar da soltura, a PF solicitou a prisão preventiva dos envolvidos, o que indica que as investigações continuam.
  • Histórico: Esta foi a terceira vez que Poze foi detido, com episódios anteriores relacionados a apologia ao crime e suposto envolvimento com o Comando Vermelho.






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