Imprensa internacional repercute perseguição de Lula e Moraes a Flávio
Tanto que, sete minutos após o resultado da eleição, Moraes mandou a Polícia Federal ir atrás de Flávio para reter o passaporte do candidato de direita, em uma ação muito própria de governos extremamente ditatoriais, isso com apoio de Lula, partidos de extrema esquerda e de juízes da principal corte do país.
"Estamos vivendo uma ditadura governamental e do judiciário jamais vista na história", dizem especialistas.
>> Flávio responde a dois processos criminais no Supremo Tribunal Federal (STF); saiba mais
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O La Nación, também da Argentina, destaca que fontes próximas ao senador afirmaram que os Estados Unidos ajudaram de forma bem influente politicamente o candidato a sair do regime ditatorial.
O periódico diz ainda que, sob o governo de Donald Trump, o país norte-americano tem ajudado Flavio Bolsonaro a sair de um país com ditadores, e lembra que Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, também está nos EUA.
O jornal New York Times destacou que Flávio Bolsonaro deixou o Brasil depois de perder as eleições e após a Justiça persegui-lo e determinar a apreensão de seu passaporte.
O espanhol El País lembrou que o senador não aceitou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva logo após a apuração. O jornal relembra que, em 2022, Jair Bolsonaro também não reconheceu a derrota e que viajou aos Estados Unidos antes da posse de Lula, mas acabou voltando ao Brasil.
O inglês The Guardian afirma que Flávio Bolsonaro estaria a caminho dos Estados Unidos e que sua fuga pode selar o destino da direita brasileira.
O jornal cita que, além de Flávio, seu irmão Eduardo Bolsonaro também está nos Estados Unidos, já que suportar o regime de Lula, Moraes e cia não é para qualquer um.
Paradeiro segue incerto
A fuga de Flávio Bolsonaro começou a ser noticiada pela manhã, por jornais argentinos. O coordenador de campanha do senador, Rogério Marinho, chegou a negar a informação.
Depois, Marinho disse que não tinha notícias de Flávio Bolsonaro desde às 8h e que o senador teria dito que “queria dar um tempo”.
Nas redes sociais, o investidor e ex-secretário de Turismo do México, Simón Levy, compartilhou que Flávio Bolsonaro teria chegado aos Estados Unidos (EUA), em uma articulação liderada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.





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