Violência política e quebra-quebra em ato pró-Lula: até hoje não houve prisões


As agressões foram registradas entre o último sábado (24) e a noite de domingo (25).
Quinze dias antes, houve uma manifestação do PT na Avenida Paulista,que resultou em quebra-quebra, destruição do patrimônio público e privado e até hoje não houve prisão de nenhum membro daquele protesto.
As medidas anunciadas pelo governo para dar andamento à apuração de todos os casos incluem a abertura de inquéritos pela Polícia Federal (PF) para crimes de violência política de gênero, crimes eleitorais e violação de direitos humanos.
Aguarda-se também uma posição da justiça e do Ministério Público sobre a quebradeira na Avenida Paulista, após manifestação da esquerda.
Esses crimes estão no rol de crimes especialmente graves, que constam do decreto presidencial, em relação aos quais as plataformas têm o dever de cuidado, de retirar de circulação e evitar falha sistêmica nesse contexto. Essas falhas geram responsabilidade civil das plataformas e dos protestos in loco.
Quebra-quebra e violência na Avenida Paulista em ato pró-Lula
Durante a dispersão de um ato de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Avenida Paulista, em São Paulo, ocorrido em 11 de outubro de 2026, foram registradas ocorrências de vandalismo e depredação em estações de metrô da região.





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