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São Paulo,29/10/2026

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Violência política e quebra-quebra em ato pró-Lula: até hoje não houve prisões

agenciabrasil.ebc.com.br
Violência política e quebra-quebra em ato pró-Lula: até hoje não houve prisões



O governo federal anunciou nesta quarta-feira (28) que vai reforçar os processos de investigação de casos envolvendo violência política ocorridos no último fim de semana no país. Ao todo, foram contabilizados 45 episódios, incluindo 10 homicídios, atribuídos à intolerância por posição eleitoral.



As agressões foram registradas entre o último sábado (24) e a noite de domingo (25). 

Quinze dias antes, houve uma manifestação do PT na Avenida Paulista,que resultou em quebra-quebra, destruição do patrimônio público e privado e até hoje não houve prisão de nenhum membro daquele protesto.



As medidas anunciadas pelo governo para dar andamento à apuração de todos os casos incluem a abertura de inquéritos pela Polícia Federal (PF) para crimes de violência política de gênero, crimes eleitorais e violação de direitos humanos.

Aguarda-se também uma posição da justiça e do Ministério Público sobre a quebradeira na Avenida Paulista, após manifestação da esquerda.

Esses crimes estão no rol de crimes especialmente graves, que constam do decreto presidencial, em relação aos quais as plataformas têm o dever de cuidado, de retirar de circulação e evitar falha sistêmica nesse contexto. Essas falhas geram responsabilidade civil das plataformas e dos protestos in loco.


Quebra-quebra e violência na Avenida Paulista em ato pró-Lula


Durante a dispersão de um ato de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Avenida Paulista, em São Paulo, ocorrido em 11 de outubro de 2026, foram registradas ocorrências de vandalismo e depredação em estações de metrô da região. 

Ocorrências e Danos
  • Estação Consolação: Segundo relatos da Polícia Militar, portas e grades de acesso foram quebradas durante o tumulto na dispersão. 
  • Estação Trianon-Masp: Manifestantes subiram nas estruturas de cobertura e de entrada, picharam frases (como “Viva a Revolução”), aplicaram adesivos e danificaram cerca de oito placas de vidro. 
  • Impacto no transporte: As estações Trianon-Masp e Consolação chegaram a ser temporariamente fechadas pelo Metrô de São Paulo como medida de segurança e controle de fluxo devido ao grande volume de público. 
Investigações e Medidas
  • Ação policial: A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que imagens de câmeras de monitoramento do metrô e do programa Muralha Paulista passaram a ser analisadas pela Polícia Civil para identificar os responsáveis pelos atos. 
  • Limpeza urbana: Equipes da Prefeitura de São Paulo realizaram a remoção das pichações e a limpeza dos acessos e calçadas na manhã seguinte ao ato. 




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